by Robert Fulghum
via Jermaine Dupri, at:
Fortuna fez o final ser mudado por esses dias, pouco antes de ser publicado. Espero não haver perdido a virtù, afinal. *biadebarros’ webblog*
Ave de Metal
Então o Pássaro Branco
Camufla-se nas nuvens
A perder-se da vista
dos homens.
Sob o amparo de estrelas
Sobre os favos dos raios
Solares, lunares, a ave
Flutua.
Atravessa o castelo de Hélio
Sem hesitar nos portões
de mármore
Que lhe abrem passagem
No silêncio dos ares
Cortado pelo silício.
by biadebarros.
Entregue-se à dor, meu amigo.
Sofra com todas as suas forças, tenha raiva, medo.
Fique sem dormir ou sem comer.
Sofra como se deve sofrer - com gritos no meio da noite e choro no meio da rua.
E quando você já não tiver mais forças, nem lágrimas,
nem medo, nem raiva
- Você poderá lavar o seu rosto, abrir as janelas e sair.
Por que só assim, você poderá deixar todo o sofrimento para trás.
Só assim, não haverá ressentimento, nem magoa,
Apenas a certeza da felicidade.
"via dropzz
|Highly recommended|
Com máscaras, com colares, com sapatilhas Feito um mágico, um gângster ou ballerina Sem juízo, sem medo, sem motivo ou brio - Dance para celebrar a vida. Diz a sabedoria dos antigos: é preciso celebrar a vida apesar da tragédia. Os cantos antes de ir para a guerra falavam de derrotas cruentas, de monstros marinhos antes de uma viagem ou da vida post mortem a um enfermo terminal. Nos momentos de dor intensa ou de perda inexplicável vem a certeza de que é a única saída - seguir adiante. Se muitos belos momentos vivi ao teu lado, Tantos outros me esperam o outro caminho Que a vida escolheu por mim. E vou dançando por essa trilha na escuridão dos bosques, feito as ninfas da época em que Nárnia não conhecia a maldade dos homens… by biadebarros.
